ASSEMBLEIA DE DEUS ESTA MESMO ABRINDO AS PORTAS PARA O CALVINISMO ?


É pertinente o pedido de desculpas e a reafirmação como editora oficial das Assembleias de Deus no Brasil, compromisso este quebrado pela própria direção da CPAD. Quanto ao abrir as portas da megastore para a teologia calvinista, neopentecostal, universalista, liberal e outras, sob o argumento de parceria com editoras congêneres, no âmbito institucional vamos discutir a questão. A megastore também pertence as Assembleias de Deus no Brasil, pois é extensão da editora.

Se o atual presidente do conselho administrativo da Casa concorda com isso, ao mesmo tempo em que manifesta o desejo de ser o futuro presidente da CGADB, pode ter certeza que tal postura não será bem vista internamente e será repudiada por aqueles que compreendem os riscos que a atual abertura à doutrinas não compatíveis com a sã doutrina produz. 

Há muitos pastores desinformados dos fatos mas já estamos tratando disso. Se for necessário irei ao plenário com publicações em mãos da própria CPAD, onde além de conteúdo doutrinário estranho, temos claras heresias.

O calvinismo, o neopentecostalismo, o universalismo e o liberalismo teológico podem um dia até encontrar plena guarida em nossa editora e livrarias (pois de certa forma já encontraram), mas que vamos continuar combatendo isso, podem ter certeza que vamos.

Ao atual diretor executivo da CPAD faço um apelo, não macule ou comprometa o brilhante trabalho que realizou por anos no cargo de confiança recebido. Não se dobre aos interesses comerciais em detrimento da saúde doutrinária da centenária Assembleia de Deus. Continue edificando sobre os fundamentos antigos dos seus antecessores.


Oremos e militemos por dias melhores em nossa instituição.
Fontehttp://www.altairgermano.net/

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RESPONDENDO A PERGUNTAS DE CARMO MARTINS E LAURA FERREIRA CAMPOS
O QUE É CALVINISMO
Vou tentar ser simples nesta resposta. Os discípulos de Jacob Armínio elaboraram os 5 pontos do arminianismo, que é conhecido como a “Remonstrância”, que são:
1 – Capacidade humana, Livre-arbítrio – Todos os homens embora sejam
pecadores, ainda são livres para aceitar ou recusar a salvação que Deus
oferece;
2 – Eleição condicional – Deus elegeu os homens que ele previu que teriam fé
em Cristo;
3 – Expiação ilimitada – Cristo morreu por todos os homens e não somente
pelos eleitos;
4 – Graça resistível – Os homens podem resistir à Graça de Deus para não
serem salvos;
5 – Decair da Graça – Homens salvos podem perder a salvação caso não
perseverem na fé até o fim.
Em resposta a estes 5 pontos do arminianismo, foi feito um concilio, chamado “o concilio de Dort”, onde surgiu os 5 pontos do calvinismo, para refutar os 5 pontos do arminianismo, que foi considerado um sistema anti-bíblico pela igreja holandesa. Os 5 pontos do calvinismo são:
1 – Depravação total – Todos os homens nascem totalmente depravados, incapazes de se salvar ou de escolher o bem em questões espirituais;
2 – Eleição incondicional – Deus escolheu dentre todos os seres humanos decaídos um grande número de pecadores por graça pura, sem levar em conta qualquer mérito, obra ou fé prevista neles;
3 – Expiação limitada – Jesus Cristo morreu na cruz para pagar o preço do resgate somente dos eleitos;
4 – Graça Irresistível – A Graça de Deus é irresistível para os eleitos, isto é, o Espírito Santo acaba convencendo e infundindo a fé salvadora neles;
5 – Perseverança dos Santos – Todos os eleitos vão perseverar na fé até o fim e chegar ao céu. Nenhum perderá a salvação.

Vale ressaltar que Jacob Arminio nunca deixou claro se defendia ou não este ultimo ponto da remonstrância (sobre perder a salvação). Vale dizer tbm que os cinco pontos do arminianismo nao foram elaborados por Arminio, mas pelos seus discípulos, arminio já havia morrido quando seus discípulos elaboraram a remonstrância. O mesmo ocorreu com os 5 pontos do calvinismo, ele nao foi elaborado por Calvino, mas simplesmente foram baseados em sua teologia.

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Paulo diz, em Romanos 2:14-16, que os gentios serão julgados por aquilo que a consciência lhes disse. E que eles “servem de lei para si mesmos” (Rm 2:14). Então, por que pregar o Evangelho às pessoas? Precisariam um indígena, um pagão africano ou um budista, por exemplo, ouvir o evangelho para ser salvo? Essa é uma questão que intriga muitos cristãos. Mas, com base na Bíblia, podemos ver pelo menos dez razões para cumprir o “Ide” de Cristo. Devo pregar o Evangelho porque: 

1. Cristo ordenou. “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mt 28:19). Uma vez que Ele mandou, deve haver razões para isso. Do contrário, Ele não teria mandado. 

2. Contribui para a minha própria salvação. “Assim, pois, amados meus, como sempre obedecestes, não só na minha presença, porém, muito mais agora, na minha ausência, desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor” (Fp 2:12), é o conselho do apóstolo Paulo. Ao pregar para os outros sobre a vida eterna, eu mesmo não desejarei ficar fora dela. 

3. O Evangelho apresenta um correto conceito sobre Deus, que, acima de tudo, é amor. “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1Jo 4:8). O conceito de um Deus que ama Suas criaturas a ponto de morrer por elas não está presente nas religiões pagãs. Mesmo entre oscristãos, muitos veem Deus como um ser duro, juiz severo, pronto a punir pelo menor erro cometido. 

4. Com a pregação do Evangelho, começa a restauração da imagem de Deus em quem o aceita: “Pois, outrora, éreis trevas, porém, agora, sois luz no Senhor; andai como fi lhos da luz” (Ef 5:8). “E a vós outros também que, outrora, éreis estranhos e inimigos no entendimento pelas vossas obras malignas” (Cl 1:21). Pela aceitação do Evangelho, a imagem de Deus já começa a ser restaurada no ser humano e há grande melhora na qualidade de vida de quem o aceita: canibais se tornam seres ternos e amáveis; pessoas sujas, doentes e quase sem nenhuma higiene se tornam limpas e saudáveis; o medo dos deuses e dos espíritos dá lugar à adoração a Deus pelo amor, etc. 

5. A pregação do Evangelho prepara o mundo para o fim: “E será pregado este Evangelho do reino por todo o mundo, para testemunho a todas as nações. Então, virá o fim”(Mt 24:14). Obviamente, Deus não ficará como nosso refém quanto a vir ao mundo somente quando pregarmos o Evangelho. Se não o fizermos, Ele empregará outros meios e outras pessoas. O fato é que a pregação do Evangelho preparacas pessoas para os eventos finais da história deste mundo. 

6. A pregação do Evangelho é a regra pela qual as pessoas conhecem o plano da salvação e podem ser salvas: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século” (Mt 28:19, 20). Um indígena ou pagão que morre sem conhecer o Evangelho será salvo ou se perderá de acordo com a luz que teve quanto ao certo e errado (Rm 2:14, 15), mas essa é a exceção ao plano normal de Deus quanto à salvação. A exceção só confirma a regra. 

7. Ajuda-me a ser altruísta e a cumprir o mandamento “Amarás o teu próximo, como a ti mesmo” (Mc 12:31). O que desejo para mim (salvação, vida eterna, uma pátria celestial, reencontro com os entes queridos mortos, etc.) devo desejar também para meu semelhante. 

8. Faz-me empático e parecido com Deus, o qual “deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade” (1Tm 2:4). Ao pregar, engajo-me na mesma obra salvífica de Deus. Que privilégio o dos pregadores do Evangelho! 9. Pela pregação do Evangelho, o reino de Cristo invade o reino de Satanás, limitando, e mesmo quebrando, o poder desse inimigo sobre os pecadores. “Ele nos libertou do império das trevas e nos transportou para o reino do Filho do Seu amor” (Cl 1:13). 

10. A palavra de um pecador convertido tem mais credibilidade para outro pecador do que as palavras de um anjo de Deus, pois anjos não conhecem, por experiência, as lutas, tentações e limitações de um ser humano. São os seres humanos que devem ser “embaixadores de Deus”. “De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus” (2Co 5:20). Também somos “carta de Cristo”: “Estando já manifestos como carta de Cristo, produzida pelo nosso ministério, escrita não com tinta, mas pelo Espírito do Deus vivente, não em tábuas de pedra, mas em tábuas de carne, isto é, nos corações” (2Co 3:3). O papel de “embaixador” e “carta” é dado aos seres humanos, e não a anjos, que nunca pecaram. 

Como está você no assunto da pregação do Evangelho? Engajado? Se não, por quê? A verdade é que Deus não tem outra boca a não ser a nossa, outros pés que não os nossos, outras mãos que não as nossas. Ele poderia pregar o Evangelho mais rapidamente e melhor por outros meios, mas Ele prefere contar com você.
 Ozeas C. Moura - Doutor em Teologia Bíblica



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CONSELHOS DO APOSTOLO PAULO A TIMÓTEO .

ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
SUBSÍDIO – CLASSE ADULTOS - LIÇÃO 6
TEMA: CONSELHOS GERAIS



INTRODUÇÃO
Capítulos 5 e 6 de 1ª a Timóteo!!! Eis, Paulo dedicado a aspectos diversos das relações entre pessoas; ensinando aos cristãos de Éfeso a como tratar anciãos e moços (5.1), anciãs e moças (5.2), viúvas (5.3-16), presbíteros (5.19), pecadores da igreja (5.20 e 22) donos de escravos (6.1-2), corruptos de entendimento (6.3-6), avarentos (6.7-10) e, mais uma vez, aconselhando diretamente o novo líder Timóteo (5.23/6.11-21)!!!
Lembremos: Paulo falava para uma igreja imatura, para cristãos pouco estruturados, com pouco conhecimento da Palavra de Deus e, portanto, sem conhecimento dos chamados princípios verticais (que dizem respeito ao nosso relacionamento com Deus) e dos princípios horizontais (que dizem respeito ao nosso relacionamento com as pessoas). Ou seja, aqueles cristãos precisavam aprender tudo sobre como ser e se comportar como cristão.
Estamos em 2015. Paulo e Timóteo estavam entre 64 e 68. Havia pouco mais de 30 anos que Jesus morrera e pouco mais de 10 anos que Paulo estivera em Éfeso anunciando o Evangelho pela primeira vez. Isso, numa época que a comunicação era precária; não existia nem internet nem telefone nem fax nem avião nem carro nem moto...nem Bíblia. E não nos esqueçamos: um ambiente cultural diversificado, marcado pelo misticismo e pelo sincretismo religioso.
Assim, Paulo se dedicava como um verdadeiro pastor a apascentar, a orientar as ovelhas de Éfeso.
Falaremos de algumas destas pessoas e destas situações tratadas por Paulo! E estejamos preparados para algumas perguntas inevitáveis quando tratamos de assuntos como estes. Doutrina ou Costume??? Devem ou não ser aplicadas em nossos dias???


I – O CUIDADO COM O REBANHO
  1. O cuidado com os anciãos – Paulo não era psicólogo nem era geriatra mas, como imitador de Cristo, como bom pastor que zela por suas ovelhas, como cristão que tem sensibilidade para se atentar para as peculiaridades de cada um, sabia que uma pessoa mais velha se sente melhor, reage melhor quando é reconhecida e tratada como se fosse especialmente respeitada, não só pela fragilidade física provocada pelo tempo mas, principalmente, pela experiência que adquiriu ao longo da vida.  Afinal, cada um tem suas carências, suas vaidades e, sem dúvida, o avanço da idade estimula algumas destas carências e vaidades no ser humano. Quem admoesta a um ancião como se fora seu pai, o faz com modéstia, com humildade, sem deixar passar a impressão de que está ensinando por se considerar mais sabichão, mais esperto, moderno. Mas o faz deixando claro que naquele determinado momento e naquela determinada circunstância percebeu alguma coisa que precisa ser comunicada, ensinada ou, mesmo corrigida. Sempre com cuidado, carinho, respeito, lembrando sempre que esta é uma relação de pastor para ovelha; e o pastor que apascenta seu rebanho como Cristo requer, sempre quererá o bem de suas ovelhas. E assim, lembrando o salmista Davi, a vara e o cajado devem ser usados para consolar uma ovelha errante quando corrigida.


  1. O cuidado com as mulheres idosas e viúvas – Paulo recomendou o mesmo cuidado para com as mulheres idosas.  Fazendo assim, Paulo deixava claro que a doutrina cristã, que o Evangelho têm tudo a ver com bons costumes, com cordialidade, respeitabilidade, carinho... Afinal, tudo que diz respeito ao caráter divino se resume a amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. E esses sentimentos devem ser externados, provados na prática de boas atitudes como o bom trato aos mais...velhos.

    Neste capítulo (5), constatamos a atenção especial que Paulo dedicou às viúvas e suas causas. Não é por acaso. Já perceberam o quanto elas foram lembradas e citadas nas Sagradas Escrituras e, assim, o quanto a causa das viúvas era uma questão de justiça perante Deus?  


Êxodo 22.22-24: “A nenhuma viúva nem órfão afligireis! Se de algum modo os afligirdes e eles clamarem a mim, eu certamente ouvirei o seu clamor e a minha ira se acenderá e vos matarei à espada...” . Deuteronômio 10.17-18: “Pois o Senhor vosso Deus é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores...que faz Justiça ao órfão e à viúva...”Provérbios 15.25: “O Senhor desarraiga a casa do soberbo mas estabelece o termo da viúva”. Deuteronômio 24.17-21; 26.12-13; 27-19; Salmos 146.9; Isaías 1.17; Jeremias 7.6-7; 22.3; Zacarias 7.9-10 são outras referências de como Deus tinha as viúvas como símbolo da provocação para a necessidade de se praticar o amor, a justiça, a caridade, as boas obras.


Os primeiros diáconos da igreja foram nomeados após uma reclamação dos gregos “porque suas viúvas eram desprezadas no ministério cotidiano” (At 6.1). O irmão de Jesus, Tiago definiu: “A religião pura e imaculada para com Deus, o Pai, é esta: visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se da corrupção do mundo” (Tg 1.27).


Durante séculos na sociedade judaica, a condição da viúva foi, realmente, um caso especial.  A mulher era sustentada pelo marido e não era bem-vinda nos trabalhos fora do lar. Seu digníssimo papel era cuidar da família. Em caso de falecimento do marido, ela passava a depender dos filhos. Algumas ainda não os tinham ou os tinham ainda muito novos. Assim, ficavam, realmente, dependentes de ajuda. Não por acaso, os cuidados especiais de Elias com a viúva de Sarepta (I Rs 17.8-24), de Eliseu com a outra viúva (II Rs 4.1-7) e com a sunamita que já tinha o esposo velho e não tinha filhos (II Rs 4.8-37) e de Jesus com a viúva de Naim (Lc 7.11-17).


Mas Paulo foi bem específico; não se contentou em chamar a atenção para as necessidades das viúvas de maneira generalizada e utilizou alguns critérios para identificar as que deveriam ser ajudadas pela igreja. A essas ele chamou de “viúvas verdadeiras” (5.3) que não tinham nem filhos nem netos (e por isso não podiam ser sustentadas – 5.4), tinham menos de 60 sessenta anos (maior probabilidade de um novo casamento – 5.9), haviam se casado apenas 1 vez (5.9) e que praticavam boas obras (5.10).


No entanto, Paulo generaliza quanto às viúvas “mais novas” e ensina que a igreja não deve ajudá-las materialmente porque “quando se tornam levianas contra Cristo querem casar-se, tendo já a sua condenação por haverem abandonado a primeira fé (ou o primeiro compromisso)” e, além disto, aprendem também a andar ociosas de casa em casa; e não só ociosas, mas também paroleiras e curiosas, falando o que não convém.”


Bem...aqui, algumas questões importantes: É verdade que a leitura do texto deixa a impressão de que Paulo tem um pré-conceito quanto à idade e que este é seu único critério para identificar as “levianas”, “ociosas” e “paroleiras”. Mas é fácil identificar logo que Paulo falava das “mais novas” que não esperavam em Deus e não perseveravam de dia e de noite em rogos e orações (ver 5.5).


Outra questão importante: por que não ajudá-las, mesmo com suas imperfeições? Isso não é fazer acepção de pessoas? Bem...Paulo não recomenda à igreja abandoná-las. Recomenda ensiná-las, instruí-las: “Manda, pois, estas coisas para que se tornem irrepreensíveis” (5.7). E mais: essa recomendação fazia referência à ajuda que a igreja dava. Paulo sabia que a igreja não consegue resolver os problemas de todo mundo. Por isso, é preciso ser seletivo, ter critérios para definir a quem os recursos serão destinados. E ainda mais: elas não usufruiriam dos recursos materiais da igreja mas deveriam ser ajudadas pessoalmente pelos crentes que tinham condições (5.16).


Em nossos tempos, em nossa sociedade as viúvas não são, necessariamente, símbolos de injustiça, de falta de cuidado, de caridade. Mulheres de todos os níveis sociais são hoje assistidas com pensões de seus falecidos maridos, além das que participarem ativamente de todos os setores do mercado de trabalho, dando conta do próprio sustento.


Certo é que a prática da justiça, do amor, da caridade, de toda boa obra para com todos continua, obviamente, sendo uma responsabilidade de todos nós cristãos.


  1. O cuidado com os ministros fiéis – Vejam que interessante! Paulo, mais uma vez, é criterioso. Conhecemos na lição 4 a lista de pré-requisitos para os que desejavam o pastorado. Conhecemos no item anterior, os pré-requisitos para que uma viúva recebesse ajuda da igreja. Não foi diferente com relação ao tratamento, à recompensa da igreja para com os ministros, os obreiros. Os que “governam bem”; não qualquer um.

Para governar bem é preciso total dedicação espiritual, física, intelectual e emocional. É preciso, fundamentalmente, ter mente de pastor, de apascentador do rebanho que Deus resgatou com sangue (At...). Um ministro que governa bem não o faz só em horários e locais  determinados. Ou seja, não basta ser bom ministro só na igreja nos horários de culto; é preciso dedicação integral. E a despeito de qualquer ignorância, os que assim procedem devem ser recompensados materialmente por isso, sendo, portanto, remunerados para que assim tenham tranquilidade o suficiente para cuidar da família e apascentar as ovelhas.